“Cássio, eu escreveria de tratados jurídicos a novelas. É só me dar papel e caneta.”
(Carolininha, 31 de janeiro de 2011)
“Cássio, eu escreveria de tratados jurídicos a novelas. É só me dar papel e caneta.”
(Carolininha, 31 de janeiro de 2011)
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Cassio Disse:
on 20/02/2011 at 22:33
By the way, embora parcialmente em desacordo com a regra ortográfica da língua portuguesa atualmente vigente na República Federativa do Brasil, que dita que paroxítonas terminadas em ditongo crescente devem ser acentuadas, ressalto que o meu nome não possui acento. O “parcialmente” se deve ao fato de que meu nome é um nome próprio (porque é meu), e pertence, portanto, a uma classe de palavras totalmente independentes. Uma classe de palavras análoga ao Chuck Norris da língua ‘brasileira’, pois ninguém pode ditar regras para ela, ela é a própria regra, a verdade e a vida.
Assim posto, peço que não corrija o seu texto (perceba a concordância nominal entre o verbo no imperativo negativo e o pronome possessivo na terceira pessoa do singular, um oferecimento de Leo Moura (igualmente sem acento)), pois, caso o alterasse (e aqui me arrependo de ter utilizado a terceira pessoa, pois acharia muito mais bonito escrever “alterasses”), este prolixo comentário perderia completamente a sua razão de ser; podemos dizer até que ele seria incapaz de compreender o fabuloso conceito do “savoir vivre”.
Par contre, um outro eu, em um dos infinitos universos paralelos supostamente existentes, deve estar, neste momento, escrevendo um comentário no weblog de Carolina Porto Nunes simplesmente dizendo “o meu nome está correto, com uma margem de erro de 3 pixels para mais ou para menos”.
Cassio Disse:
on 20/02/2011 at 22:35
(o que poderia ser um comentário assaz enigmático, eu digo.)
Leo Disse:
on 02/03/2011 at 13:44
Sabia que infinitos macacos, escrevem toda a obra de Shakespeare em suas máquinas de escrever em um tempo finito (o tempo de um macaco digitar a maior na velocidade máxima) ou um só macaco se ele tem um tempo infinito?
senhoradouniverso Disse:
on 02/03/2011 at 14:05
O que me agrada nos nerds é essa vocação que eles têm vers l’amabilité… Leonardo Fernando, você tem mesmo um timing com o universo (meu universo). Escolheu me chamar de macaca exatamente num dia em que eu estou com a macaca. Vou deixar esse seu comentário querido aqui no blog que é pra eu lembrar exatamente porque foi que eu perdi a paciência com você há semanas.
Cassio Disse:
on 02/03/2011 at 18:11
A diferença fundamental entre os escritos dos macacos e os escritos de Carolininha é que os macacos não teriam compreensão sobre aquilo que estariam escrevendo (ou pelo menos é o que a ciência atual ainda crê), eles estariam apenas aleatoriamente pressionando botões sobre uma máquina, e, entre inúmeras (entenda este “inúmeras” como uma figura de linguagem, Leo, estou certo que as estudaste em algum momento do ensino médio) cadeias de caracteres sem qualquer sentido lógico em linguagem humana, estariam algumas cadeias de caracteres que corresponderiam, em semântica, às cadeias que um famoso escritor britânico desenhou alguns séculos atrás. Carolina, no entanto, não precisaria de tempo infinito para escrever uma boa novela (ou um bom tratado).
senhoradouniverso Disse:
on 03/03/2011 at 21:14
Eu só vou rir. Cassio e Leo são praticamente uma “cadeia de caracteres sem qualquer sentido lógico em linguagem humana”. Vocês estão brincando com a cor da chita, já diria Painho. É duro ser matriarca nesse corredor, viu! É árduo…
Juliano Dourado Disse:
on 17/03/2011 at 02:22
Macacos escreveriam toda a obra de Shakespeare, num tempo demasiado longo, assim como um processo não teleológico, sem propósito, sem consciência e sem inteligência pôde desenvolver algo tão complexo quanto uma baleia ou um artrópode. O que acontece, aqui, é que o tempo pode em ordem aleatória produzir coisas fascinantes e complexas. A seleção natural pode comprová-lo. Está claro, no entanto, como disse Cássio timidamente, que Carol pode escrever com excelente qualidade dispondo de pouquíssimo tempo!
senhoradouniverso Disse:
on 17/03/2011 at 14:06
Apenas para registro: lembra, Juh, do que fui capaz de escrever à época da formatura? Lembra do culto ecumênico emocionante que criei? Toquei o coração de todos os presentes – exceto o seu (ah, vai, toquei sim, mas de uma forma diferente…) – sem sequer acreditar em Deus. Seria melhor pastora que muito pastor por aí… hehe
senhoradouniverso Disse:
on 17/03/2011 at 14:07
Conclusão: não apenas novelas ou tratados jurídicos, eu também seria uma excelente autora de bíblias!!!!!